segunda-feira, 18 de abril de 2016

   Missao Magnificat essencia do amor de Deus   Quinze minutos diante do Santíssimo Sacramento

Uma sugestão para falar pessoalmente com JesusDSC04878Muitas vezes, nós nos colocamos diante de Jesus presente na Eucaristia, mas, envolvidos com nossos problemas e nossas tribulações, não aproveitamos esses momentos preciosos diante de Deus Vivo. Ficamos diante do Tabernáculo sem saber direito o que dizer para Jesus e por isso nos sentimos incomodados, temos pressa, ou então ficamos o tempo todo falando sem dar tempo para que ele nos fale.
Segue uma sugestão, escrita por Santo Antônio Maria Claret, que nos levam a uma profunda intimidade com o Senhor na oração. Faça a experiência de seguir esse roteiro, diante do Santíssimo, por um período mínimo de quinze minutos. Repita-a muitas vezes, sempre que quiser ter uma vivência diante de Jesus.
Inicie sempre sua oração, ouvindo Jesus lhe dando as boas vindas e lhe dizer:
“Não é preciso, meu filho, saber muito para me agradar, basta amar-me fervorosamente. Fala-me, pois, de uma maneira simples, assim como falarias com o mais íntimo dos amigos…
Tens algum pedido em favor de alguém?
Menciona-me seu nome e dize-me o que desejas que Eu lhe faça. Pede muito. Não receies pedir. Conversa comigo, simples e francamente, sobre os pobres que gostarias de consolar, sobre os doentes que vês sofrer, sobre os desencaminhados que tanto desejas ver novamente no caminho certo. Dize-me a favor deles ao menos uma palavra.
E tu, não precisas de alguma graça?
Dize-me abertamente que te reconheces orgulhoso, egoísta, inconstante, negligente… e pede-me, então, que Eu venha em teu auxílio nos poucos ou muitos esforços que fazes para te livrares destas faltas. Não te envergonhes! Há muitos justos, muitos santos no céu que tinham exatamente os mesmos defeitos que tu. Mas, pediram com humildade e, pouco a pouco, se viram livres deles. Tampouco deixes de me pedir saúde, bem como resultados nos teus trabalhos, nos teus negócios ou estudos. Posso dar-te e realmente te darei tudo isso, contanto que não se oponha à tua santificação, mas, antes, a favoreça. Mas quero que o peças. Do que necessitas precisamente hoje? Que posso fazer por ti? Ah, se soubesses quanto Eu desejo te ajudar!
Andas preocupado com algum projeto?
Conta-me. O que é que te ocupa? Que pensas? Que desejas? Que posso Eu fazer por teu irmão, por tua irmã, por teus amigos, por tua família, por teus superiores? Que gostarias de lhes fazer? E no que se refere a mim, não sentes o desejo de me ver glorificado? Não queres fazer um favor aos amigos que amas, mas que talvez vivam sem jamais pensar em mim? Dize-me: em que se detém, hoje, de maneira especial, tua atenção? Que desejas mais vivamente? Quais os meios que tens para alcançá-lo? Conta-me se não consegues fazer o que desejas e Eu te indicarei as causas do insucesso. Não gostarias de conquistar os meus favores?
Por acaso estás triste ou mal-humorado?
Conta-me com todos os pormenores o que te entristece. Quem te feriu? Quem ofendeu o teu amor ao próximo? Quem te desprezou? Conta-me tudo. Então, em breve, chegarás ao ponto de me dizer que, imitando-me, queres perdoar tudo e de tudo te esqueceres. Como recompensa, hás de receber a minha bênção consoladora. Acaso tens medo? Sentes na tua alma melancolia e incerteza que, embora não justificadas, não deixam de ser dolorosas? Lança-te nos braços da minha amorosa providência. Estou contigo, a teu lado. Vejo tudo, ouço tudo e, em momento algum, te desamparo. Sentes frieza da parte de pessoas que antes te queriam bem e que agora, esquecidas, se afastam de ti apesar de não encontrares em ti motivo algum para isso? Roga por elas, pois, se não forem obstáculo à tua santificação, Eu as trarei de volta a teu lado.
Não tens alguma alegria que possas partilhar Comigo?
Por que não me deixas tomar parte nela com a força de um bom amigo? Conta-me o que, desde ontem, desde tua última visita, consolou e agradou teu coração. Talvez fossem surpresas agradáveis; talvez boas notícias tenham sido recebidas, uma carta, uma demonstração de carinho; talvez tenhas conseguido vencer alguma dificuldade ou sair de algum apuro. Tudo obra minha. Dize-me, simplesmente, como um filho ao seu pai: “Obrigado, meu Pai, obrigado!”.
E não queres prometer-me alguma coisa?
Bem sabes que Eu leio o que está no fundo do teu coração. É fácil enganar os homens, mas a Deus não podes enganar. Fala-me, pois, com toda a sinceridade. Fizeste o propósito firme de, no futuro, não mais te expores àquela ocasião de pecado, de te privares do objeto que te seduz, de não mais leres o livro que exalta a tua imaginação, de não procurares a companhia das pessoas que perturbam a paz da tua alma? Serás novamente amável e condescendente para agradar àquela outra a quem, por ter te ofendido, consideraste até hoje como inimiga?
Agora, meu filho, volta agora às tuas ocupações habituais: ao teu trabalho, à tua família, aos teus estudos. Mas não esqueças os quinze minutos desta agradável conversa que tiveste aqui, a sós comigo, no silêncio do santuário. Pratica, tanto quanto possível, o silêncio, a modéstia, o recolhimento, a serenidade e a caridade para com o próximo. Ama e honra minha Mãe, que é também tua. E volta amanhã, com o coração mais amoroso, mais entregue a mim. No meu coração hás de encontrar, em cada dia, um amor totalmente novo, novos benefícios e novas consolações. Vem, que Eu aqui te espero.
Não te esqueças os quinze minutos desta agradável conversa que tiveste aqui, a sós comigo, no silêncio do santuário”.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Missao Magnificat Essencia do amor de Deus 

HISTÓRIA Missao Magnificat essencia do amor de Deus
DAS IMAGENS DE JESUS MISERICORDIOSO

de Adolfo Hyla em Cracóvia Lagiewniki (Polônia)
Em 1943, passados dez anos desde o surgimento da primeira imagem de Jesus Misericordioso
em Vilna (Lituânia) e cinco anos da morte de Faustina em Cracóvia, apresentou-se à Congregação das Irmãs de Nossa Senhora da Misericórdia em Cracóvia – Lagiewniki o artista pintor Adolfo Hyla, com a proposta de pintar algum tipo de imagem e de oferecê-la à capela das irmãs como um
voto de agradecimento em razão de sua família ter saído incólume dos acontecimentos da guerra.
As irmãs propuseram que ele pintasse um quadro de Jesus Misericordioso utilizando como
modelo a imagem pintada com a co-participação de irmã Faustina (reprodução de uma cópia
do quadro de Kazimirowski). Elas também familiarizaram o pintor com a descrição da imagem
em trechos do DIÁRO de santa Irmã Faustina. Mas, apesar disso, o artista pintou um quadro segundo a sua própria concepção. Em razão das dimensões, a imagem pintada não se adaptava ao altar na capela das irmãs. Por essa razão a madre Irene Krzyzanowski encomendou a esse mesmo pintor uma outra imagem, que em 1944 foi benta e exposta na capela das religiosas
em Cracóvia, onde é venerada até os dias de hoje.
Nessa imagem, o artista localizou a figura de Jesus Misericordioso tendo ao fundo uma relva
e arbustos visíveis ao longe. Após a intervenção do pe. Sopocko em 1954, o fundo da imagem
foi pintado em cor escura, e sob os pés de Jesus Cristo foi adicionado um piso.
O quadro de autoria de Adolfo Hyla, oferecido como voto de ação de graças, está exposto na igreja paroquial do Divino Coração em Wroclaw. Essa igreja tem relação com a casa religiosa das Irmãs de Nossa Senhora da Misericórdia. (V. notas do DIÁRO de santa Irmã Faustina, p. 437; 448.)


Após o término da II Guerra Mundial (1939-1945), a primeiro imagem de Jesus Misericordioso, pintada por Eugênio Kazimirowski em Vilna (Lituânia), permaneceu na área da URSS,
onde perseguições cruéis em razão da fé eram uma prática diária. Em conseqüência disso, milhares de pessoas, por algumas dezenas de anos, tiveram de ocultar a sua fé em Deus.
A imagem também permaneceu escondida. A divulgação, naquela época, de uma outra
imagem na Polônia pode ter sido uma forma providencial de afastar a atenção da milagrosa
Santa Imagem. Praticamente não havia para ela, naquele tempo, outras possibilidades
de salvaguarda.
Além disso, tiveram uma influência negativa na aparência da imagem os trabalhos
de conservação que por diversas vezes foram realizados de maneira não profissional.
A camada de parafina imposta então na imagem, ainda que tivesse diminuído sensivelmente
os efeitos da umidade, provocou a mudança nos matizes das suas cores originais.
Essas intervenções por muitos anos encobriram os valores artísticos da imagem.
Após um profundo trabalho de restauração em 2003, a imagem recuperou a eloqüência
visível da mensagem. A bela imagem do Salvador Misericordioso que se apresenta no espaço escuro encaminha a atenção das pessoas que rezam à luz dos raios de misericórdia que brotam do Coração de Jesus aberto na cruz. 

“Eu vi saindo da Hóstia esses dois raios tais como na imagem,
que se uniram estreitamente, mas não se misturaram...” (Diário, 344).

“... Os dois raios [na imagem] representam o Sangue e a Água: o raio pálido significa a Água que justifica as almas; o raio vermelho significa o Sangue que é a vida das almas. Esses dois raios jorraram das entranhas da Minha misericórdia quando na Cruz o Meu Coração agonizante foi aberto pela lança”  (Diário, 299).

Imagem pintada na presença de Irmã Faustina (Eugênio Kazimirowski, Vilna 1934).
 

Imagem pintada após a morte de Irmã Faustina (Adolfo Hyla, Cracóvia 1944).

A imagem pintada por Adolfo Hyla sem dúvida contribuiu muito para o desenvolvimento
do culto da Divina Misericórdia, o que é confirmado por testemunhos de graças alcançadas
por seu intermédio. No entanto a sua popularidade não diminuiu o valor da primeira imagem
em Vilna, exatamente de acordo com o modelo transmitido por Jesus Cristo. Chegou o tempo
em que essa imagem pôde ser dignamente exposta no altar-mor do Santuário da Divina Misericórdia em Vilna, onde, envolvida de incessante oração da parte das irmãs religiosas
e dos peregrinos que vêm visitá-la, é alvo de veneração pública.



“O Meu olhar, nesta imagem, é o mesmo que Eu tinha na cruz” (Diário, 326).
“Hoje vi a glória de Deus que desce da Imagem. Muitas almas recebem graças, embora não falem sobre elas em voz alta. Embora diversas sejam as suas vicissitudes, Deus recebe glória por ela, e os esforços do demônio e das pessoas más desmoronam e transformam-se em nada. Apesar da maldade do demônio, a misericórdia divina triunfará no mundo inteiro e será venerada por todas as almas” (Diário, 1789).



A primeira imagem de Jesus Misericordioso, exposta a partir de 1987 na igreja do Espírito Santo
em Vilna, não despertou especial interesse, tanto dos peregrinos como das autoridades eclesiásticas. A falta de condições adequadas da exposição da imagem contribuiu para novas mudanças desfavoráveis em sua matéria. Somente a partir de julho de 2001, com o consentimento do pe. Miroslau Grabowski, pároco da igreja do Espírito Santo, a Congregação das Irmãs de Jesus Misericordioso pôde envolver com a sua proteção essa singular e valiosa imagem. Há algumas dezenas de anos, essa Congregação se empenha pela propagação da primeira imagem de Jesus Misericordioso, daquela que surgiu na atmosfera do milagre divino – da oração e do sofrimento
de Irmã Faustina, da sua presença e co-participação. 

Graças aos empenhos e à dedicação das irmãs, em abril de 2003 foi realizada uma restauração geral da imagem, que se realizou na casa religiosa das Irmãs em Vilna. 
Da imagem foram retirados todos os acréscimos pintados, foram consertadas as partes danificadas e removidas 
as manchas que haviam surgido em conseqüência de umidade e de tentativas de removê-las
com produtos químicos. Em conseqüência da conservação realizada, devolveu-se à imagem 
o seu aspecto primitivo.
DOCUMENTAÇÃO FOTOGRÁFICA DA CONSERVAÇÃO DA IMAGEM
Antes da restauraçãoApós a remoção do vernizApós o descascamento
Detalhe antes da restauraçãoDurante o processo
de descascamento
Após a remoção do descascamento 
Remoção do descascamento
Consolidação da pintura original do artista

Apesar de ter sido realizada uma restauração geral da imagem, o estado do seu material ficou sensivelmente enfraquecido, razão pela qual ela deve ser exposta em condições adequadas,
de acordo com as recomendações dos técnicos. A restauração da imagem foi realizada pela Sra. Edite Hankowski-Czerwinski, de Wloclawek (Polônia), 
retauradora de obras de arte, formada pela Faculdade de Belas Artes da Universidade Nicolau Copérnico de Torun (Polônia). 
e-mail: edycja@autograf.pl



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www.jesus-misericordioso.com


© A Congregação das Irmãs de Jesus Misericordioso

Jesus Filho de Davi Te Cura aí na Tua Casa_No Combate da Oração_24/08/2013

cura interior  quebra da maldiçao Missao Magnificat essencia do amor de Deus

Adoração ao Santíssimo Sacramento - WEBTVSJ

adorai ao Senhor Jesus cristo   Missao Magnificat essencia do amor de Deus

Adoração ao Santíssimo_Pe Marlon, Irmã Eunice,Salette Ferreira_ Acamp.de...

adoraçao com a irma eunice adoraçao a Jesus   Ssacramento no altar Missao Magnificat essencia do amor de Deus

Meu Pai procura Adoradores_Adoração ao Santíssimo Sacramento_Clamando po...

que m vc procura ele esta vindo ao seu encontro  vai ao  encontro com ele quee Jesus no Sacrario No Santissimo Sacramento   Missao Magnificat Essencia do Amor de Deus

Adoração ao Santíssimo_Onde o Senhor entra,o lugar Fica Santo_Acamp.de C...

Adoraçao ao Ssantissimo Sacramento  Jesus e o Senhor   Missao Magnificat Essencia do amor de Deus

Adoração ao Santíssimo_Onde o Senhor entra,o lugar Fica Santo_Acamp.de C...

Adoraçao aoSssantissimo Sacramento vivo no Altar  Missao magnificat essencia do amor de Deus

sábado, 9 de abril de 2016

Missão Magnificat: Essência do Amor de Deus


Igreja/instituição religiosa                 

O Sacramento da Reconciliação e a Misericórdia         

pecadosA espiritualidade quaresmal, com seu acento batismal- penitencial, visa a reconciliação. A Palavra de Deus conduz os cristãos a renovar o batismo na solene vigília pascal. Este tempo convida os cristãos a viverem as exigências cristãs do batismo e, por isso, a um caminho de conversão. É um “tempo favorável” para redescobrir e aprofundar o sentido de sermos discípulos de Jesus Cristo. Esta conversão se expressa no sacramento da reconciliação, conhecido como “segundo batismo”.
O perdão e a paz são os frutos da graça deste sacramento. Na fórmula da absolvição o sacerdote, ao implorar o perdão de Deus, finaliza dizendo: “te conceda, pelo ministério da Igreja, o perdão e a paz.” Neste sacramento se manifesta de maneira sublime a misericórdia de Deus. É uma alegre notícia, pois o perdão de Deus renova, regenera, reconcilia. Quantas vezes as palavras de Jesus à mulher pecadora, “vai em paz e não tornes a pecar” (Jo 8,11), se repetem e sãofonte de verdadeira alegria após a celebração sacramental da penitência! Ou, então, pode-se recordar o abraço misericordioso e terno do pai no regresso de seu filho à casa, bem como a festa, as roupas novas, o anel que o pai lhe deu (cf. Lc 15,11-32). Neste sentido, nos disse nosso Papa: “celebrar o Sacramento da Reconciliação significa ser envolvido em um abraço caloroso: é o abraço da infinita misericórdia do Pai.” (19/02/14).
“Aqueles que se aproximam da Penitência obtêm da misericórdia divina o perdão da ofensa feita a Deus e ao mesmo tempo são reconciliados com a Igreja que feriram pecando, e a qual colabora para sua conversão com caridade, exemplo e orações” (CIC 1422). A misericórdia e o perdão são, essencialmente, gratuitas. Não somos merecedores do perdão, nem o conquistamos unicamente pelo nosso esforço. É um dom imerecido, que deve ser pedido a Deus.
Mas, não basta pedir perdão a Deus? Nosso Papa responde: “Não basta pedir perdão ao Senhor na própria mente e no próprio coração, mas é necessário confessar humildemente e com confiança os próprios pecados ao ministro da Igreja. Na celebração deste Sacramento, o sacerdote não representa somente Deus, mas toda a comunidade, que se reconhece na fragilidade de cada um de seus membros, que escuta comovida o seu arrependimento, que se reconcilia com ele, que o encoraja e o acompanha no caminho de conversão e amadurecimento cristão. Alguém pode dizer: eu me confesso somente com Deus. Sim, você pode dizer a Deus “perdoa-me”, e dizer os teus pecados, mas os nossos pecados são também contra os irmãos, contra a Igreja. Por isto é necessário pedir perdão à Igreja, aos irmãos, na pessoa do sacerdote.” (Audiência Geral, 19/02/14). Não devemos temer a confissão de nossos pecados. É uma grande graça, que cura e liberta! Como o filho pródigo arrependido, nós também temos necessidade de dizer a Deus Pai Misericordioso o que nos pesa e a esperança que carregamos de uma vida nova.
Uma vida reconciliada deve se fazer instrumento de reconciliação. Na medida em que os cristãos forem agradecidos e fiéis a Deus pelo grande dom da reconciliação recebida, tornam-se testemunhas de reconciliação dentro da existência cotidiana, na vida familiar, na comunidade e na sociedade humana. Como nos diz o Concílio, “a penitência quaresmal não deve ser apenas interna e individual, mas também externa e social.” (SC 110). O perdão e a reconciliação são condição para relações humanas e sociais fraternas. É um grande dom de Deus, expresso no sacramento da penitência, mas que nos empenha a todos, como diz Paulo: “Sejam bons e misericordiosos uns com os outros, como também Deus perdoou a vocês em Cristo.” (Ef 4,32).
Enfim, nesta Quaresma, vivamos a alegria do abraço reconciliador do Pai, na celebração da confissão. É só na absolvição do sacramento da reconciliação que podemos ouvir as palavras libertadoras: “os teus pecados estão perdoados, vai em paz.

Missão Magnificat: Essência do Amor de Deus


Igreja/instituição religiosa         

O que é ser católico?

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O que é ser católico?                      Um jovem me fez essa pergunta. Disse que há algum tempo está em crise de fé e tem buscado a solução em igrejas evangélicas. Em uma delas, ao se confessar católico, ouviu dizer que a palavra ?católico? nem sequer está na Bíblia. Pedi que ele abrisse a sua Bíblia no Evangelho de Mateus, capítulo 28, versículos 18b-20. “?É-me dadotodo o poder no céu e na terra. Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.?”

Você percebeu que fiz questão de colocar em negrito uma palavrinha que aparece de modo insistente no texto: ?TODO?. Jesus tem todo o poder; devemos anunciá-Lo a todos os povos, guardar todo o ensinamento d’?Ele na certeza de que estará todos os dias conosco. Essa ordem de Cristo foi levada muito a sério pelos discípulos. Em grego, a expressão “todo?” pode ser traduzida por ?Kat-holon?. Daí vem a palavra ?católico? (em grego seria: ?????????). Ao longo do primeiro e segundo séculos, os seguidores de Jesus Cristo começaram a ser reconhecidos como ?cristãos? e ?católicos?. As duas palavras eram utilizadas indistintamente.
Ser católico já significava ?ser plenamente cristão?. O Catolicismo, portanto, é o Cristianismo na sua ?totalidade?.
É a forma mais completa de obedecer ao mandato do Mestre antes de sua volta para o Pai. O mesmo mandato pode ser lido no Evangelho de Marcos 16,15: ?”Ide e pregai o Evangelho a toda criatura?”. Há, portanto, uma catolicidade vertical, que é ter o Cristo todo, ou seja, ser discípulo; e uma catolicidade horizontal, que é levar o Cristo a todos, ou seja, ser missionário. Isso é ser católico: totalmente discípulo, totalmente missionário, totalmente cristão!
Ao que tudo indica, o termo ?católico? se tornou mais popular a partir de Santo Inácio de Antioquia (discípulo de São João) no ano 110 d.C. Pode significar tanto a ?universalidade? da Igreja como a sua ?autenticidade?. Quase na mesma época, São Policarpo utilizava o termo ?católico? também nesses dois sentidos. São Cirilo de Jerusalém (315-386), bispo e doutor da Igreja, dizia: ?A Igreja é católica porque está espalhada por todo o mundo; ensina em plenitude toda a doutrina que a humanidade deve conhecer; conduz toda a humanidade à obediência religiosa; é a cura universal para o pecado e possui todas as virtudes? (?Catechesis? 18:23).
Veja que já estão bem claros os dois sentidos de ?católico? como ?universal e ortodoxo?. Durante mil anos os dois significados estiveram unidos. Mas, por volta do ano 1000, aconteceu um grande cisma, que dividiu a Igreja em ?Ocidental e Oriental?. A Igreja do Ocidente continuou a ser denominada ?católica? e a Igreja do Oriente adotou o adjetivo de ?ortodoxa?. A raiz as duas palavras remetem ao significado original de Igreja: ?autêntica?.
A Igreja católica reconhece que cristãos de outras Igrejas podem ter o batismo válido e possuir sementes da verdade em sua fé. Porém, sabe que apenas ela conserva e ensina, sem corrupção, TODA a doutrina apostólica e possui TODOS os meios de salvação.
Devemos viver e promover a sensibilidade ecumênica favorecendo a fraternidade com os irmãos que pensam ou vivem a fé cristã de um modo diferente. Mas isso não significa abrir mão de nossa catolicidade. Quando celebramos a Eucaristia, seguimos à risca a ordem do Mestre, que disse: ?”Fazei isso em memória de mim!”.? A falta da Eucaristia deixa uma grande lacuna em algumas Igrejas. Um pastor evangélico, certa vez, disse-me que gostaria de rezar a Ave-Maria, mas, por ser evangélico, não conseguia. Perguntei por quê? Ele disse que se sentia incomodado toda vez que lia o ?Magnificat? em que a Santíssima Virgem proclama: ?Todas as gerações me chamarão de bendita? (Lc 1,48).? E se questionava sobre o porquê de sua geração tão evangélica não fazer parte desta geração que proclama Bem-aventurada a Mãe do Salvador!
Realmente, ser católico é ser totalmente cristão!
   

Missão Magnificat: Essência do Amor de Deus


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Divorciados recasados: discernimento caso por caso    

Missão Magnificat: Essência do Amor de Deus

Igreja/instituição religiosa

          Missão Magnificat: Essência do Amor de Deus

Igreja/instituição religiosa                 Divorciados recasados: discernimento caso por caso

                                                                    A Sala de Imprensa da Santa Sé ficou lotada para a apresentação da Amoris laetitia do Papa Francisco. Foram duas horas de coletiva.
Os jornalistas ouviram os relatores destacarem a linguagem positiva do texto, de mais de 200 páginas, e de sua abordagem simples e concreta para temas complexos. Em sintonia com o período jubilar que a Igreja está vivendo, a chave de leitura para o documento é a misericórdia pastoral.
Como destacou o Arcebispo de Viena, Cardeal Christoph Schönborn, o Papa conseguiu falar de todas as situações sem catalogar, sem dividir em categorias. “Ninguém deve se sentir condenado, ninguém deve se sentir desprezado”, afirmou. “Algo mudou no discurso eclesial”, disse ainda o Arcebispo de Viena, afirmando ainda que, para ele, Amoris Laetitia é um “evento linguístico”.
O Secretário do Sínodo dos Bispos, Cardeal Lorenzo Baldisseri, de fato, ressaltou as fontes que inspiraram a Exortação: os documentos conclusivos dos dois Sínodos, teólogos medievais e modernos, textos de outros Papas e autores contemporâneos, como Jorge Luis Borges e Martin Luther King.
O documento, destacou ainda o Cardeal Baldisseri, coroa o trabalho bienal do Sínodo, cuja reflexão envolveu todas as dimensões da instituição familiar, que hoje vive uma forte crise em todo o mundo.
Portanto, não há vencedores nem derrotados. Não há fórmulas prontas nem tampouco uma lei a ser aplicada. A doutrina não muda, mas há acompanhamento, discernimento e integração.
“Não seria um desafio demasiado excessivo para os pastores, para as comunidades, se este discernimento não é regulamentado de modo claro?”, questionou o Cardeal Schönborn, respondendo: “O Papa Francisco conhece esta preocupação, mas afirma: ‘colocamos tantas condições à misericórdia que a esvaziamos de sentido concreto e de significado real. E esta é a pior maneira de aguar o Evangelho’.
Divorciados recasados
O Programa Brasileiro participou da coletiva e entrevistou o Cardeal Baldisseri, que foi Núncio Apostólico no Brasil.
Quanto a um dos temas que mais chama a atenção da mídia, dos divorciados recasados – questão tratada no número 300 do oitavo capítulo da Exortação – o Secretário do Sínodo afirmou:
“O Santo Padre explica que, efetivamente, há que considerar não só a norma como tal da Igreja, de que o matrimônio é indissolúvel, mas há que ter em conta as situações. Caso por caso. Este discernimento para poder entender os casos se faz com as pessoas envolvidas, o sacerdote e a Igreja. É um trabalho de direção espiritual. O documento não dá normas, mas diz: ‘consideram a situação de cada caso’. E a conclusão será do padre e das pessoas em questão. O que interessa é o discernimento e a integração das pessoas que necessitam, amadurecendo a consciência e a relação com a Igreja. Ninguém está excluído.”
Por Rádio Vaticano

terça-feira, 5 de abril de 2016

MISSA VOTIVA SANTUÁRIO SÃO MIGUEL ARCANJO 29 09 2015

missao magnifcat essencia do amor de Deus missa no santuario de sao miguel arcanjo em bandeirante pr

PREGAÇÃO VERA CASAGRANDE P/ 2

missao magnificat essencia do amor de Deus pregaçao da vera casa grande 

PREGAÇÃO VERA CASAGRANDE P/1

missao magnificat essencia do amor de Deus pregaçao da vera casa grande 

MISSA SANTUÁRIO SÃO MIGUEL ARCANJO 29 07 2015

missao magnificat essencia do amor de Deus  missa do santuario de sao miguel arcanjo em bandeirante pr

Santa Missa votiva à São Miguel Arcanjo com Padre Roberto Medeiros - 29/...

mmissao magnificat essencia do amor de Deus missa no santuario de sao miguel arcanjo em bandeirante pr

Santa Missa votiva à São Miguel Arcanjo 29-01-2016

Missao magnificat essencia do amor de Deus   missa no santuario de sao miguel arcanjo  em bandeirante pr